Confiemos em Deus!

Estamos passando por tempos difíceis, sem muita liberdade para sair e agir devido à quarentena. E esse fato que acontece pode abalar certos pontos do nosso cotidiano, da nossa vida, mas não pode abalar a nossa fé. São esses momentos de provação em que a chama da nossa fé no coração deve aumentar mais e mais.

Vamos lá!

Imagem de fundo inspirada no vetor criado pelo Freepik - gratidão _/\_

Matéria de capa

por Abba Shimoda

Sacerdote cristão oriental

Há muito tempo que a sociedade, o mundo não se encontra em uma situação como esta que estamos vivendo. Nesses momentos em que o mundo nos falta respostas, podemos encontrar respostas em Deus. Nesses momentos de privações e de dificuldades em que tudo se abala a nossa volta, é que vemos como é importante ter Deus próximo a nós para sentir a Sua Mão Abençoada nos guiando! Pois somente a Mão de Deus pode ser nossa valia, o nosso guia, a nossa proteção, a nossa defesa.

Cumprir sim, claro, cumprir com as leis, cumprir com as regras sanitárias, mas não esquecer que nós estamos nas Mãos de Deus! É das Mãos de Deus que vem a valia, a nossa proteção, é das mãos de Deus que vem a esperança. Quando tudo fica obscuro a nossa volta, é a Luz de Deus que nos guia. Quando nos falta o mundo, é Deus que nos completa! É nesse momento em que a nossa crença, a nossa fé, a nossa firmeza, o nosso conhecimento da Palavra fazem toda a diferença; é nesse momento em que o mundo nos deixa só, mas não nos sentimos sozinhos porque Deus está conosco.

Deus está conosco!

É nesse momento que entendemos a Palavra do Cristo - estarei contigo até a consumação dos tempos.

Você não está só porque Deus está contigo. E como nos fala a Palavra – E eis que pedirei ao Senhor, que Vos envie o espírito de consolação - é nesse momento que colocamos nosso coração nas Mãos de Deus e recebemos do Pai e do Cristo a consolação para a nossa vida. Lembra-te, meus irmãos, que o Senhor nos fez várias promessas e cada promessa que o Senhor nos fez é de valia, ela acontece. Não é uma promessa vã, muito pelo contrário, ela é feita por quem pode cumprir.

Nós como seres humanos, muitas vezes, prometemos o que não podemos cumprir, mas o Cristo não, o Cristo nos promete aquilo que ele pode cumprir, e o Cristo nos prometeu que estaria conosco, o Cristo também nos prometeu que rogaria ao Pai, que nos desse assistência de um de seus anjos. O Cristo prometeu que, para aqueles com os corações juntos a Ele, estariam na Glória. É nesse momento que precisamos lembrar dessa promessa do Cristo em nossa vida.

Vamos nos entregar nas Mãos de Deus

A nossa fé é o nosso alimento também, a nossa esperança nas palavras do nosso Mestre Jesus é o que nos dá a certeza que os dias passarão, a noite irá embora e voltará a Luz da normalidade e do Amor de Deus.

Então, meus irmãos, eu digo a vocês, confie! É um momento dificil, todos nós estamos sentindo essa energia do medo, do pavor e também da sombra. E quero dizer a você meu irmão, a você minha irmã, que nesse momento coloquemos nossos corações em Deus, aumentemos profundamente a confiança na Palavra do Senhor e lembremos que precisamos da fé, mas de uma fé acima da fé de apenas crer. Precisamos de uma fé mais vigorosa, uma fé mais ativa; precisamos realmente daquilo que nos fala a palavra Emuná, é uma fé que se agarra, é uma fé que envolve, é uma fé que se põe junto! É nesse momento que precisamos nos agarrar a Deus, realmente nos aproximar do Rei que é o nosso Criador, nos colocar mais próximos à divina Saúde, ao divino Equilíbrio, à divina Luz, ao divino Bem, ao Divino Pai que nos acolhe e nos protege.

Ouça o salmo 90 – Confiança –

lido e comentado com todo o carinho pelo abba Shimoda:

“O Salmo que quero ler para você, para sua confiança, para aumentar a tua esperança e a tua fé, para que você realmente sinta e alcance Emuná é o Salmo 90 que, nesse momento, é o Salmo que fala à nossa a vida, à nossa sociedade, é o Salmo que fala à esse momento que estamos vivendo.”

Para refletir

O Sopro de Deus: a história do bambu

por Abba Shimoda

Sacerdote cristão oriental

Uma história que reforça como Deus pode agir na nossa vida e fazer maravilhas... Em um primeiro momento, pode parecer apenas uma história infantil mas, na verdade, fala ao nosso íntimo sobre a importância gigantesca de entender a Providência Divina em nossas vidas.

Um broto de bambu nascia

Na beira de um riacho, nasceu uma touceira de varas de bambu e, dentro dessa touceira, um broto nasceu.

Esse broto, conforme crescia, observava tudo a sua volta. Enxergava a água do riacho e, olhando para baixo, enxergava a lama onde estava plantado. Já na outra margem, ele enxergava um campo. Quando ele já estava em um tamanho mediano, apareceram uns homens nesse campo.

Esses homens foram para esse campo e começaram a juntar pedras, e a vara ficava observando: eles juntavam pedras para lá e para cá, depois começaram a amontoa-las e formar paredes e, por fim, cobriram as paredes com um telhado e passaram a ficar lá.

Essa vara foi crescendo, assistindo esses homens na outra margem do riacho e viu que, depois de montarem as paredes e o teto, eles mexeram no campo, retirando o mato e revolvendo a terra, e então começaram a plantar coisas na terra. E, nessa terra, ela viu que foi nascendo uma roseira, um pé de figo, uma macieira, e que tudo aquilo que haviam plantado ali foi nascendo.

Um dia esses homens vieram próximos a touceira em que ela estava e pegaram um tronco grande, de madeira bem forte e o transportaram, arrastando com grande esforço devido ao seu tamanho, até a frente da construção, do outro lado do riacho. Dali começaram a tirar pedaços do tronco, tábuas, e com essas tábuas foi feito um altar e foi feito uma cruz, e ainda foram feitos os bancos. Enquanto tudo isso acontecia, a vara de bambu ali observava aqueles homens, que iam construindo aquele altar, com o tronco de carvalho, construindo o altar, construindo também a cruz, construindo os bancos e levando tudo para dentro daquela construção. E a vara pensava: “Que vontade de estar lá, que vontade de estar lá!

Mais uma vez, os homens voltaram bem próximos da touceira onde estava essa vara e pegaram outro tronco, que era uma madeira de avelã. Levaram novamente frente à construção, e essa vara via que os homens ali mexiam com essa madeira para lá, para cá e foram transformando aquele tronco numa bela imagem, de uma mulher com uma criança no colo, era a imagem da Virgem que, estando pronta, foi introduzida na igreja.

Ele notou que aquela imagem, aquela cruz e aquelas madeiras que eram amigas dela, que antes estavam ali do lado, agora começavam a atrair pessoas e elas iam e ficavam felizes! As pessoas rezavam e ficavam ali em volta, e aquela vara exclamou: “Que vontade de estar lá”!

Ela via também, que daquilo que sobrou dos troncos, esses homens, esses monges, faziam ali uma fogueira e preparavam o seu alimento. E sempre iam até o jardim, e a vara os olhava retirar as flores da roseira, levando-as para enfeitar o altar, pegar figos do pé que já dava frutos, e maçãs para se alimentar.

Quando as flores do jardim começaram a ir para dentro da igreja, e os figos e as maçãs começaram a ir para as mesas dos monges, essa vara então começou a entristecer.

Começaram os seus questionamentos

Ela entristeceu ao ver que eles passavam perto dela para pegar alguma coisa, mas nunca olhavam para ela. A vara começou a se entristecer e, olhando para dentro dela, pensou consigo:

Ah! ...eu não sirvo para nada, porque eu sou vazia. A árvore foi levada porque ela é preenchida, ela é completa! Aquela outra árvore tem as suas flores que podem enfeitar..., aquela outra dá frutos que servem de alimento. Mas, o que eu dou? Eu sou uma vara nascida na lama, que não sirvo para ser lenha e não dou flores, e não dou frutos e não sou concreta, não tenho substância. Para que eu sirvo? Para que eu sirvo?

A vara começou a pensar, para que servia:

Eu não sirvo para nada! Eu não sirvo nem para ser levada para dar fogo, porque o meu fogo é rápido e eu sou vazio! Eu não sirvo para ser uma cruz porque eu sou vazio, eu não sirvo para fazer bancos porque eu sou vazio e eu não sirvo para nada porque eu sou vazio!

Enquanto a vara pensava assim, despontou no horizonte um peregrino, e quando esse peregrino se aproximou da sua moita ele olhou, olhou e escolheu a vara mais grossa da moita, e cortou para usar como cajado para continuar a sua peregrinação.

Quando essa vara viu que a vara mais grossa, tinha sido tirada e levada porque servia para ser cajado, quando a viu indo embora com o peregrino não se aguentou e falou:

Mesmo quando alguém veio procurar uma vara eu não servi! Alguém veio buscar um cajado e nem para isso eu sirvo, porque as paredes do meu corpo são muito finas, nem para um cajado eu sirvo, porque eu posso quebrar com o peso do peregrino.

Ela mergulhou na tristeza, porque achou mesmo que era isso: o papel dela era ficar na lama somente olhando, somente vendo o que acontecia à sua frente. Era ficar ali, somente vendo a roseira florescer, a figueira dando os seus figos maravilhosos, vendo a macieira entregar os seus frutos. Ficaria ali, somente vendo a madeira maciça num local tão maravilhoso como o altar, e a cruz ali em cima. E aquela vara ficou triste porque ela não servia nem para ser cajado:

“Eu sou tão fina, eu sou tão oca, minhas paredes são tão finas que elas quebram com o peso do peregrino”... E ela ficou ali na sua tristeza.

Olhava para baixo e via a água passar e a lama nos seus pés onde estava plantada, e ela achou que a natureza dela era essa mesmo, desprezível.

A transformação

Mas num certo dia, alguém veio de manhã e começou a mexer com todas as varas que estavam ali e procurava entre as varas, quando se deparou com ela, a tocou com a sua mão e foi até a sua raiz, e a retirou da lama.

Ele a retirou da lama e a levou até embaixo de um carvalho, e tirou do seu bolso uma pequena faca e ali começou a tirar os galhos que ela tinha, os galhos que não davam flor, os galhos que não davam frutos, esse homem começou a tirar.

Depois de retirar os seus galhos, ele mediu um tamanho dessa vara, cortou, e começou a fazer alguns furos nela. Um furo, outro furo, mais outro furo, e assim fez vários furos e depois a limpou muito bem, e depois de pronta ele trouxe uma parte dela até a sua boca e soprou! E quando ele soprou, ela sentiu sair um som de dentro dela!

E quando ela fez esse som, esse homem em um primeiro momento pulou, pegou essa que agora era a sua flauta e foi para o meio do rebanho, pois era um pastor de ovelhas e tocou a flauta. As ovelhas pararam e ouviram, e depois em outros momentos quando ele trazia a água, ele a soprava e as ovelhas iam tomar água, o mesmo acontecendo ao entardecer, na hora de recolher, o pastor tocava a flauta e as ovelhas vinham atrás. Para tirar do aprisco, a mesma coisa: ele abria a porta e tocava a flauta, e as ovelhas iam atrás do som da flauta. Nesse momento, aquela vara que um dia se sentira tão desprezada na lama, agora se sentia satisfeita porque ela servia para algo: ela na mão do pastor atraia as ovelhas, na mão do pastor ela mostrava a água, na mão do pastor ela mostrava a melhor parte do alimento para as ovelhas e ali ela já estava profundamente feliz.

Completamente realizada, na paz do seu coração ela já estava tendo uma utilidade que nunca esperou:

Ao sopro do bom pastor, a flauta produzia som.

Mais surpresas surgiram

Um certo dia levando o rebanho, o pastor ia tocando a flauta e o rebanho de ovelhas acompanhando. O pastor chega até a beira do riacho e olha a igreja na outra margem, ele atravessa o riacho, e para diante da construção que a vara viu levantar! O pastor para diante da porta também de madeira, de um dos seus amigos retirado de lá do riacho: o pastor tira o seu gorro, tira a flauta da sua cintura e entra na igreja. Quando a flauta entra na igreja, quando essa vara que agora é uma flauta na mão do pastor entra na igreja, ela olha e ve pessoas ali dentro, alguns com o rosto voltado para baixo, outros com os cílios pesados, alguns murmurando orações apressadas.

Mas esse pastor vai diante do altar, feito com aquele carvalho que ela viu sair; esse pastor está diante a cruz que ela viu também sair de perto dela que era desse carvalho; esse pastor põe a vara, agora flauta e sopra e toca uma bela e abençoada melodia diante desse altar!

Quando o som daquela flauta invade todo o espaço da igreja, as rosas que estava no altar tremiam de alegria, e aquela vara que agora lança o som onde queria tanto estar, sente a alegria do madeiro do altar e da cruz, e aquele local que ele queria tanto servir estava agora preenchendo.

Onde ela achou que não serviria para ser sequer a fagulha do fogo, ela preencheu com o som do hálito do bom pastor. E conta-se que até mesmo aquela bela imagem clara, de madeira de avelã, quando ouve a melodia do pastor, ela responde com um sorriso em sua própria face.

Quando o pastor termina a sua melodia e vira então para a saída, para a porta que aquele bambu viu ser feita, aquela vara que se achava tosca e desprezível olha para o rosto das pessoas e onde havia lágrima e tristeza, agora tinham sorrisos. Aquelas pessoas que estavam com a face voltada para o chão, derrubadas em seu íntimo e destruídas na sua dor, agora olhavam com esperança, a luz de Deus no altar.

Onde estava a solidão agora havia a companhia.



Entendendo melhor

Posso retirar dessa história o entendimento que:

“Se eu deixar o Senhor soprar por mim eu poderia sim, levantar uma melodia para Ele”.

Porque apesar de nos sentir vazios, Deus sabe tirar de nós o som certo, e apesar de olharmos em nosso íntimo e, muitas vezes, não enxergarmos nada, Ele sempre enxerga algo de bom. Apesar de, muitas vezes, olharmos para nós mesmos e nos menosprezarmos assim como a vara fazia com ela mesma, Deus sempre encontra validade em nós. É a história da vida de todos.

Se você se entregar na mão de Deus, Ele faz da sua vida uma melodia maravilhosa do céu! Se você se entregar, se agarrar em Deus, como nos ensina a palavra Emuná, que é a FÉ além da fé, não a fé que só se acredita, mas a fé que se lança e agarra o objeto do amor, então Deus toca por você, uma melodia abençoada na sua casa, para aqueles que estão do seu lado e toca por você, uma melodia abençoada nesse mundo. Se você olhar e não enxergar nada, saiba que Deus enxerga longe.

Se você algum dia olhar para si e não enxergar valor, saiba que Deus te valoriza.

E saiba que, mesmo que você não entenda, Deus quer o melhor para a sua vida. Porque é no meu vazio que Deus me completa, é no meu vazio que Deus me preenche, não com aquilo que eu achei que deveria ser preenchido, mas me preenche com a sua graça, com seu hálito e com a sua vida.

Deixe Deus lhe dar um pouco da Sua vida, do Seu sopro a preencher o seu vazio, porque Ele sabe plantar em qualquer solo e qualquer solo se torna fértil nas mãos Dele.

Para refletir

São Miguel Arcanjo: "O que pode ser maior do que Deus?"

por Abba Shimoda

Sacerdote cristão oriental

Miguel não é um nome mas sim um brado de guerra! O brado que São Miguel deu ao se levantar para defender a honra de Deus perante ao que estava acontecendo.

Então ele brada:

- Quem pode ser como Deus? O que pode ser maior que Deus?

Nada! Nem os nossos problemas, nem as nossas dores, nem os nossos “ais”, nem as nossas feridas, nada pode ser maior do que a Graça e a existência de Deus.

Há tantos momentos em nossa vida em que a dor, os problemas, as ondas e as tempestades parecem ser maiores do que a nossa capacidade de suportar e são exatamente nesses momentos que devemos lembrar o sentido real do nome de Miguel: - O que pode ser maior do que Deus?

O nome do Arcanjo já nos fala muito! É um nome para ser entendido.

Então também nossa atitude no coração de ter esta firmeza de fé, de Emuná com Deus, de falar perante tudo aquilo que acontece na nossa vida, que nada é maior que a Vontade e a Graça de Deus que nos alcança.

O que pode ser maior do que o amor de Deus? Nada!

O que pode ser maior do que a misericórdia de Deus? Nada!

O que pode ser maior do que uma chispa da Vontade de Deus? Nada!

E se estamos juntos à Vontade de Deus, nada é maior do que aquilo que está junto conosco.

As vezes nos perdemos nos becos, sombreados e confusões da vida; e nesses momentos até a nossa fé que parecia ser um monumento tão gigantesco, torna-se raso, não mais que um alicerce pequeno. A nossa fé se dizima e sentimos que no nosso coração foge aquela confiança que nos liga em Deus - é nesse exato momento que devemos lembrar do nome de Miguel:

O que pode ser maior do que Deus?

O que pode ser maior que o amor de Deus?

O que pode ser maior do que a Misericórdia de Deus?

O que pode ser maior do que o amor de Deus sobre nós?

Nada! Exatamente nada.

Somos seres humanos e se nós pudéssemos lembrar só das coisas boas todos os dias da nossa vida, seria maravilhoso, mas não é assim que acontece. Há um momento em que nós não conseguimos, porque parece que tem uma luta dentro de nós entre a luz e a sombra. Momentos da nossa vida que parece que o chão some debaixo dos nossos pés, não é verdade?

É nesse momento que a lógica não responde, que a razão não alcança, é nesse momento em que aquilo que é tão complexo se torna tão vivo na nossa frente, e é nesse momento que aquilo que é Eterno está conosco, e esse é Deus.

Só Deus é Grande!

Por esse motivo, a nossa proclamação principal nos ofícios diários é:

“Só Deus é Grande”.

Porque acreditamos piamente que não há nada acima do Criador, Ele é único e perfeito!

“Ouve oh Israel! Eu Sou o vosso Deus e Sou Único! E não há nada acima de Mim! Nem as altitudes estão acima de Mim. Eu estou acima das altitudes, Eu estou acima daquilo que você consegue imaginar que seja o alto. Eu estou acima”.

Que nos momentos mais difíceis, lembremos disso! Lembremos da essência do nome do arcanjo São Miguel que é o brado, quando o anjo se levantou e gritou:

- Quem pode ser maior do que Deus?

E assim, possamos nos lembrar também de que eu posso estender a minha mão e segurar na Mão Daquele que é Eterno, Daquele que não acaba, Daquele que não é ilusão, Daquele que é Deus.

Vídeos e áudios

Multimídia do bem

Convidamos a todos, com muito carinho, a participar desse movimento digital que nos fortalece e nos conforta! A equipe Arrius está liberando diversos conteúdos sempre em parceria com a rádio Luz de Maria! Confiram o trabalho feito com muito carinho, em honra ao Evangelho vivo que ouvimos da boca do nosso Abba Shimoda e que colhemos para que sirva a todos!

Para acalmar o coração

Para o nosso lar

Nesses dias em que estamos na quarentena, muitos de nós em família, que tal aprendermos mais sobre como manter a harmonia do nosso lar?

Arrius comunicação

A importância da oração nos nossos dias

Da mesma forma que fazemos faxina na nossa casa material, a oração faz isso também de forma espiritual.

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Emoções, lar e harmonia

Ouça sobre como podemos trabalhar as emoções para ter um lar mais harmonioso.